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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

OVNIs contra porquinhos

Animais abduzidos
Os ocupantes de OVNIs têm demonstrado, com o passar dos anos, grande interesse por bovinos e eqüinos. Se levarmos em conta as declarações de Richard Fanning, fazendeiro de Norway, Carolina do Sul, ampliaram-se seus interesses, abrangendo também os suínos.

Na noite de 6 de dezembro de 1978, Fanning, de 21 anos, a mulher e dois amigos viram um círculo branco de luz de 3 metros pairando sobre o chiqueiro de sua fazenda.

Debaixo daquele objeto havia dois pares de luzes vermelhas e verdes, cada uma do tamanho aproximado de um farol de automóvel.

- Alguma coisa está errada - disse Fanning aos amigos. – Vamos sair daqui.

Eles se afastaram e as luzes silenciosas os seguiram. O círculo branco pairou sobre a estrada à altura de um carro, mantendo-se sempre a 50 metros de distância, enquanto as luzes vermelhas e verdes esquadrinhavam o terreno. Fanning correu para casa, onde tinha uma arma.

- De repente, aquela grande luz branca fez uma manobra por trás de meu carro e voltou para o chiqueiro.

As outras luzes menores também voltaram para aquele local. Fanning e os outros ficaram olhando para as luzes.

- Depois de uns 3 ou 4 minutos, todas as luzes se apagaram - afirmou Fanning. - Fiquei com muito medo.

Na verdade, ele ficou com tanto medo que buscou refúgio com sua mulher na casa de parentes, durante as duas noites seguintes.

Três dias depois, voltaram para alimentar os animais e Fanning deparou com um leitão morto.

- Encontrei outro leitão morto mas em pé - declarou Fanning. - Dei-lhe um pontapé e ele caiu.

Um exame no leitão revelou que faltava a mandíbula. - A carcaça do animal parecia uma esponja, desprovida de todo peso.

Fanning declarou que, quando vivo, o leitão pesava 110 quilos, porém o que restava não passava dos 20.

- Foi - concluiu - a coisa mais incrível que já vi em toda a minha vida.

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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

A visita de um OVNI

Na tarde de 24 de abril de 1964, o policial Lonnie Zamora, da cidade de Socorro, Novo México, estava dirigindo sua viatura Pontiac branca. Um Chevrolet preto passou por ele a toda a velocidade e Zamora saiu-lhe no encalço. Em vez de dar ao motorista uma simples multa por alta velocidade, o policial, com cinco anos de experiência, acabou saindo da rodovia principal por vontade própria.

Ele estava seguindo rumo ao sul pela Old Rodeo Street perseguindo o motorista imprevidente, quando, segundo suas próprias palavras:

- Ouvi um ronco e vi uma estranha chama surgir a sudeste do céu, a pouca distância dali.

Já fora dos limites da cidade, Zamora saiu da estrada asfaltada e entrou em uma estradinha vicinal de terra que levava às colinas, e em direção à chama ruidosa. Zamora seguiu dirigindo nervosamente a viatura morro acima.

- De repente, notei um objeto brilhante ao sul, a não mais de 150 a 200 metros.

No fundo de um riacho, Zamora viu o que pensou a princípio tratar-se de um carro tombado.

- O carro parecia estar mergulhado sobre o radiador ou sobre o porta-malas. Ao lado do veículo ele viu pessoas.

- Vi duas pessoas com aventais brancos. Uma delas pareceu virar-se e olhar para minha viatura.

Na esperança de poder ajudar, Zamora seguiu em frente, transmitindo um chamado para o posto policial e informando um provável acidente.

Mas, quando ouviu o ronco forte outra vez, ele procurou abrigo atrás da viatura, e acabou perdendo os óculos. Zamora disse que percebeu que aquele objeto de formato oval não era um automóvel, e sim um veículo branco feito de um metal semelhante ao alumínio, apoiado sobre quatro bases de aterrissagem. Sua superfície era lisa, sem portas ou janelas visíveis. Centralizada em um dos lados havia uma insígnia vermelha, um triângulo dividido em duas partes, com cerca de 75 centímetros de altura por 60 centímetros de largura. A coisa elevou-se do riacho, deixando para trás uma cauda de fogo, de acordo com Zamora, e o ruído ficou mais agudo.

Quando se aproximou do local para ver mais de perto, Zamora encontrou alguns arbustos chamuscados e, mais importante, quatro marcas de bases metálicas que indicavam, segundo ele, o local onde a coisa pousara.

O local indicado por Zamora foi posteriormente investigado por vários funcionários militares e governamentais, inclusive o dr. J. Allen Hynek, que na ocasião era consultor para assuntos de astronomia do Projeto Blue Book, da Força Aérea dos EUA (um compêndio sobre contatos com OVNIs). Hynek tentou calcinar os arbustos com fósforos e criar impressões semelhantes às deixadas pelas bases do veículo oval com uma pá, porém descobriu que não podia reproduzir satisfatoriamente a prova física. Ele entrevistou também a velha professora de Zamora e várias pessoas da cidade, e concluiu que Zamora era um "policial íntegro, sem condições de inventar uma história tão espantosa".

O pouso em Socorro, declarou Hynek com uma convicção mantida até o dia de sua morte, foi uma das mais impressionantes peças de provas já encaixadas no quebracabeça dos OVNIs. Só que colegas mais céticos no Projeto Blue Book seguiram caminho diverso; alguns oficiais da Força Aérea passaram anos tentando provar que a experiência de Zamora era o resultado de uma arma secreta do governo, que fora perigosamente descoberta por um civil.
___________________________________________________________________________ Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

Viajante do tempo em foto de museu

A foto é de 1940 e foi encontrada no Bralorne Pionner Museum, em British Columbia, Canadá. O que impressionou foi justamente o homem em destaque com roupas bem diferentes para a época. Existem várias teorias sobre a imagem em sites do mundo todo e a autenticidade da foto foi comprovada por diversos especialistas que afirmaram não haver nenhuma edição da mesma.



"Viajante do tempo flagrado em foto" é a descrição para a fotografia exibida na seção online de histórias do Museu Bralorne Pioneer de British Columbia, Canadá. Notou algo diferente? O homem que parece usar óculos escuros modernosos ainda se veste de maneira despojada – para os padrões bem atuais – e segura uma câmera fotográfica portátil.


A conclusão não poderia ser outra: seria um viajante do tempo capturado em 1940!

Se a história que lembra o enredo de um filme já parece fantástica, o detalhe mais engraçado é por que um viajante do tempo resolveria visitar a reabertura da ponte de South Fork, Gold Bridge, Colúmbia Britânica, depois de uma inundação, nos confins do Canadá em 1940?

Ao que veio a resposta: “Claro, porque até onde sabemos nada de importante aconteceu naquele local, naquela data, certo? Quem garante que em outra linha temporal algo extraordinário não deveria ter ocorrido?”.

Fonte: Ceticismo Aberto.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Visitantes extraterrestres

Os ocupantes de OVNIs normalmente podem ser classificados em duas amplas e distintas categorias - seres extraterrestres virtualmente indistinguíveis dos humanos em aparência e tamanho, e entidades "humanóides" que têm a pele verde, são homenzinhos de pernas curtas e finas, com grandes cabeças fetais e grandes olhos negros. Mas pode também haver uma terceira categoria. Vamos falar sobre.

Os seres bizarros que foram vistos perto de uma fazenda em Kelly, Kentucky, na noite de 21 de agosto de 1955, por oito adultos e três crianças. Esse assustador episódio começou quando o dono da casa, Billy Ray Taylor, entrou correndo afirmando que vira um disco voador com uma fumaça com as cores do arco-íris pousar em uma fossa, ali nas proximidades, com 12 metros de profundidade. Os outros riram a princípio. Em seguida o cachorro começou a latir.

Taylor e Lucky Sutton foram até a porta dos fundos, de onde puderam observar, assustados, que uma hedionda e estranha figura brilhante, vinda dos campos, aproximava-se. Aquela entidade prateada, de pouco mais de 1 metro de altura, tinha uma cabeça bulbiforme com orelhas enormes, pontiagudas, e braços compridos terminados em garras aguçadas que quase chegavam ao chão. Sutton e Taylor sacaram as armas e dispararam contra a criatura. Só que em vez de cair no chão, ela afastou-se dali.

De volta à sala de estar alguns minutos mais tarde, os homens disseram ter visto uma criatura similar e dispararam novamente. Tudo indicava que eles agora estavam cercados, pois, quando Taylor saiu de casa e foi até a varanda da frente para verificar os danos, outra entidade pulou sobre ele vindo do teto.

Pouco antes de meia-noite, as duas famílias entraram em seus carros e dirigiram-se apressadamente para Hopkinsville, pequena cidade próxima. A polícia voltou à fazenda, porém não encontrou indícios que confirmassem a história. No entanto, um dos policiais pisou no rabo de um gato no escuro e quase desencadeou um pânico fatal. Finalmente, por volta das duas da madrugada, a polícia foi embora.

As criaturas voltaram mais uma vez, segundo declarações do grupo. Mas, quando o sol finalmente nasceu, elas desapareceram para sempre.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Vimanas

O Mahabharata é um poema épico da Índia antiga, mais volumoso que a Bíblia e tem mais de 5000 anos. Nele estão descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, teriam navegado a grandes alturas.

As Vimanas podiam vencer distâncias infinitas, mover-se de baixo para cima, de cima para baixo e de trás para diante. Veículos espaciais com uma dirigibilidade de causar inveja! Nossa citação baseia-se na tradução de N. Dutt, Inglaterra, 1891:

"...Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com enorme estrondo para uma montanha de nuvens..."

"...Bhima voou com sua Vimana num raio imenso, que tinha o clarão do sol e cujo ruído era como o trovejar de um temporal..." ( C.Roy,1889 ).

No Mahabharata acham-se indicações tão precisas que fica-se com a impressão de que o autor tinha pleno conhecimento do que escrevia. Relata, cheio de horror, uma arma que podia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo: - quando os guerreiros eram informados a tempo da presença dessa arma, arrancavam de si todas as peças de metal que levavam, mergulhavam num rio e lavavam cuidadosamente seus corpos e tudo aquilo com que tivessem contato.

Não sem motivo, como explica o autor, porque a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. Tudo que era vivo, lamenta ele, tornava-se pálido e fraco.

No 8º livro está, talvez, o primeiro relato sobre o lançamento de uma bomba de hidrogênio: "...Gurkha, a bordo de uma possante Vimana, arremessou um único projétil sobre a cidade tríplice..."

O relato usa vocábulos, como temos na memória de histórias de testemunhas oculares da explosão da primeira bomba H no atol de Bikini: - fumaça branca incandescente, dez mil vezes mais clara que o Sol, teria elevado-se com brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas."...Quando Gurkha pousou novamente seu veículo parecia um bloco radiante de antimônio..."

E, para os filósofos, seja registrado que foi Mahabharata quem disse ser o tempo a semente do Universo...

Fonte: http://home.fireplug.net/Ershand/streams/scripts/vimana.html

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

As pedras dropa

Em 1938 o arqueólogo Dr. Chi Pu Tei, escavando nas montanhas entre a fronteira do Tibete e da China, descobriu umas pedras em forma de disco, que mediam mais ou menos 24 centímetros e possuíam um furo no centro.
        
A princípio não havia nada de tão especial nesse achado, porém depois de um certo tempo algumas coisas descobertas através das pedras acabaram surpreendendo a todos.
              
Esses discos possuíam um tipo de escrita muito semelhante a hieróglifos, que saiam do centro e iam em espiral até as bordas. Depois de algum tempo de estudos, os pesquisadores conseguiram descobrir o significado dessas escrituras e elas contavam a história de um povo que viera do espaço.

Esses seres de outro mundo teriam vivido nas montanhas onde foram encontrados os discos de pedras, além disso, nesse local foram encontrados alguns corpos de seres baixinhos com cabeças grandes, porém humanos.

Segundo a “lenda”, foram descobertos mais de 700 discos de pedra (com cerca 25 cm e um buraco no meio) com aproximadamente 12 mil anos e com uma dupla espiral de minúsculos hieroglíficos gravados … contando a historia de uma raça extraterrestre de  nome Dropa.


Fonte:  Nibrutsit.


           

O pilar de Delhi

"No átrio de um templo em Délhi, Índia, encontra-se um pilar construído com pedaços de ferro soldado, que há mais de 4.000 anos está exposto às intempéries, sem que mostre o menor vestígio de ferrugem: pois está livre de enxofre e fósforo. Temos aí uma liga de ferro desconhecida, proveniente da Antigüidade". – Erich von Däniken – Eram os Deuses Astronautas?
Ao ler atentamente o trecho acima uma pessoa pode ficar confusa: se a coluna é de ferro "livre de enxofre e fósforo" e está no átrio de um templo em Nova Délhi, como pode ser uma "liga de ferro desconhecida da Antigüidade"? Felizmente, nós não precisamos (e em verdade não devemos) nos limitar ao traficante de mistérios suíço.

O pilar de ferro de Delhi tem em realidade pouco mais de 1.500 anos de idade. Com inscrições indicando que louvava o rei Chandragupta II (373-413), acredita-se que havia originalmente em seu topo uma imagem do deus hindu Garuda (deus-pássaro). O pilar revela o notável estado de desenvolvimento da metalurgia indiana da época dos Guptas (300-500), porém como diversos estudos demonstraram, não há nada de sobrenatural nele — ele não é de "ferro 100% puro" nem é uma "liga de ferro desconhecida da Antigüidade".

As explicações para o pilar de ferro estar de pé por mais de 1.500 anos dividem-se em duas categorias: as condições ambientais e o material do pilar.

Fonte: Ceticismo Aberto.

Poema de Gilgamés

Gilgamesh
No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, doze placas de argila, escritas em acádico, que descrevem uma epopéia heróica: o Poema de Gilgamés. Gilgamés foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. 

O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem e sua epopéia descreve episódios tão extraordinários que não poderiam ter sido inventados por nenhum ser inteligente da época nem por tradutores e copistas dos séculos subseqüentes.

O poema contém o relato exato do dilúvio, concorrente em "originalidade" com o da Bíblia: conta Utnapishtim ( ele e sua esposa foram os únicos mortais à quem os deuses teriam dado a "vida eterna" ) - que os deuses o advertiram da grande maré vindoura e lhe deram ordem para construir um barco, onde deveria recolher mulheres e crianças, seus parentes e artesãos de qualquer ramo de arte. A descrição da tempestade, das trevas, das águas subindo e do desespero dos homens que ele não podia levar, é de uma força narrativa ainda hoje cativante.

Outra surpresa está na sétima placa: o primeiro relato de uma viagem cósmica, comunicado por Enkidu ( uma espécie de humanóide gigante, peludo e melhor amigo de Gilgamés ), que teria voado por quatro horas nas "garras de bronze de uma águia"... O relato textual:

"Ela me falou:

- Olha para baixo sobre a Terra!
- Que aspecto tem?
- Olha para o mar!
- Como te parece?

E a Terra era como uma montanha, e o mar como uma poça d'água.
E novamente voou ela mais alto e me falou:

Fragmentos de um das tábuas que contém a epopéia
- Olha para baixo sobre a Terra!
- Que aspecto tem?
- Olha sobre o mar!
- Como te parece?

E a Terra era como um jardim, e o mar como um córrego.
E voou além:

- Olha para baixo sobre a Terra!
- Que aspecto tem?
- Olha sobre o mar!
- Como te parece?

E a Terra parecia um mingau de farinha, e o mar era como uma barrica d'água" ( Esta mesma descrição foi dada pelos astronautas da Apollo 11...). É um relato correto demais para ser puro produto da imaginação! Quem poderia descrever esta visão em um tempo onde não tinha-se idéia de com seria o planeta "visto de cima"? Ainda na mesma placa está o relato de que uma porta falava com um vivo, não seria um auto-falante?...

Fonte: http://www.josevalter.com.br/misterios/poema_gilgames.htm

O complexo de Zoser

Entrada do Complexo de Zoser ...uma obra 'supraterrena'...

A planta do complexo de Zoser em Edfu, Egito, teria sido desenhada pelo deus Im-Hotep, um personagem misterioso e inteligente. Era sacerdote, escritor, médico, arquiteto e sábio em uma só pessoa. Naquele tempo para lavrar uma pedra as ferramentas disponíveis eram apenas as cunhas de madeira e cobre...nenhuma apropriada para blocos de granito. Im-Hotep, porém, constrói para seu rei Zoser a pirâmide em degraus de Saqqara!

Pirâmide de Saqqara
Essa obra arquitetônica, de 60 metros de altura é de uma perfeição tal que, mais tarde, só imperfeitamente pôde ser imitada. A obra, cercada por um muro de 10 metros de altura e 1.600 metros de comprimento, foi batizada de 'Casa da Eternidade'...ordenou que seu sepultamento fosse feito ali, a fim de que os deuses, por ocasião de seu regresso, pudessem acordá-lo.

Fonte: http://www.josevalter.com.br/misterios/complexo_de_zoser.htm

Cavalo Branco de Westbury


O Cavalo Branco de Westbury é um desenho de baixo relevo em giz, com a superfície lisa, encravado em uma encosta íngreme da Inglaterra. Foi restaurado em 1778, mas a data do trabalho original é um assunto de muitas conjecturas.

Muitos acreditam que a escultura inicial foi feita para comemorar a vitória de Alfredo sobre Danes na batalha de Ethandune, em 878. No entanto os historiadores ainda tem dúvidas sobre se a batalha foi realizada próximo ao local.Muitos desenhos, não só de cavalos, já foram reproduzidos em outras localidades totalizando 50 figuras entre elas duas gigantescas: o Cerne Abbas e o longilíneo Homem de Wilmington.

Originalmente haviam outras figuras gigantes em Oxford, Cambridge e duas em Plymouth Hoe ( o homem de Plymouth é um dos desenhos mais antigos, cujo primeiro relato é de 1486 ). A história dos cavalos brancos é recheada de debates, especialmente a que se refere a Westbury, porque é o desenho mais antigo e, também porque fica muito difícil imaginar porque as pessoas daquele tempo fizeram desenhos tão grandes que só podem ser vistos se "sobrevoarmos" a área...

Fontes: J.R.L. Anderson "The Oldest Road: The Ridgeway". Whittet Books, 1992; Thomas Hughes "Tescouring of The "White Horse", Macmillan & co, 1859.

As Pirâmides Chinesas II


As Pirâmides de Quin Ling Shan na região de Xi'an, República da China, - foto acima mostra um plano geral - foram descobertas por dois exploradores australianos em 1912. O complexo arquitetônico possui 100 pirâmides espalhadas por 2.000 quilômetros quadrados, com idade estimada em 5.000 anos.

As estruturas das pirâmides foram feitas em argila, mas ficaram quase tão duras quanto pedra ao longo dos séculos. Muitas estão danificadas pela erosão ou agricultura e outras sustentam um templo no topo. A maior delas tem 300 metros de altura, chamada "Pirâmide Branca", é maior que a Pirâmide do Sol de Teotihuacan, no México, e tão larga quanto a grande Pirâmide de Giza. As demais variam de 35 a 90 metros de altura.

As pirâmides foram fotografadas pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, por um piloto da United States Air Force, que fazia um vôo de abastecimento para as forças chinesas vindo de Assam, no norte da Índia, quando problemas no motor fizeram com que ele viajasse em baixa altitude.

Em 1994, o pesquisador alemão Hartwig Hausdorf viajou pela região, gravou 18 minutos em vídeo e montou um relatório de suas pesquisas chamado "Die Weisse Pyramide", até hoje ainda não traduzido. Está com grande dificuldade para continuar seus estudos pois o governo chinês restringiu seu acesso à região. Há algum tempo, em uma entrevista concedida a uma rádio americana, Hausdorf falou sobre as pirâmides chinesas e de um extraordinário acidente com um OVNI na mesma região: "a versão chinesa para o Caso Roswell".

Ele descreve um grande número de túmulos que contêm esqueletos de estranhos humanóides, com cabeça grande e altura de 1,5 m. Além disso, junto deles, estavam centenas de discos de granito com estranhos hieróglifos. A tradução destes hieróglifos fala que há 2.000 anos houve uma colisão de um objeto "vindo do espaço" e cita a existência de seres humanóides, magros, amarelados e de cabeça grande que caíram do céu...

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=6439.0

As Pirâmides Chinesas


De acordo com a lenda chinesa, as mais de cem pirâmides descobertas na China são o legado de visitantes extraterrestres.

Cerca de cem pirâmides, muito semelhantes à famosa pirâmide de Chichén-Itzah, no México, foram descobertas na região central da China. Qual seria sua origem? São tão antigas, como dizem alguns pesquisadores que visitaram a região chinesa de Kin Chuan? Teriam sido criadas por extraterrestres ou são mais um legado, de acordo com a antropologia gnóstica, dos sábios atlantes?

De acordo com a lenda chinesa, são o legado de visitantes extraterrestres.

Na virada do século, dois comerciantes australianos se encontravam numa vasta área nas planícies de Qin Chuan, na China central. Lá eles descobriram mais de cem pirâmides. Quando eles perguntaram ao guarda de um monastério local sobre elas, foi-lhes dito que, de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas muito antigas. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os velhos imperadores reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente. Foi dito aos comerciantes que as pirâmides haviam sido construídas por visitantes do espaço sideral.

As pirâmides são geralmente feitas de argila e terra, não de pedras, e alguns fazendeiros coletaram-nas para levar material para seus campos e casas.
Todas elas estão situadas nas planícies de Qin Chuan e diferem em tamanho entre 25 e 100 metros de altura. Todas, exceto uma. Ao norte, no vale de Qin Lin, encontra-se o que se tornou conhecido como a Grande Pirâmide Branca. Ela é imensa, aproximadamente 300 metros de altura!

Fonte: Conspiração - As Pirâmides Chinesas.

O monolito de Baalbek

Nas proximidades da cidade libanesa de Baalbek, há 85 quilômetros de Beirute, em uma região conhecida, antigamente, pelos gregos e romanos como Heliópolis ou a "Cidade do Sol", é atualmente o local que reune as ruínas mais preservadas da arquitetura romana.

Nesse local os engenheiros romanos, construíram uma espetacular obra de arquitetura, que compõe um complexo de templos, onde o mais famoso e imponente é o Templo de Júpiter, com 54 colunas de tamanho descomunal. Abaixo do templo uma fundação enorme conhecida como "Terraço Grande", com 1.500.000 metros quadrados de pedra, cortadas precisamente.

Apesar de não ter sido utilizado nenhuma 'massa', para unir as pedras, o templo que tem aproximadamente 2000 anos ainda mantém a sua estrutura.

O segredo da estabilidade notável do 'terraço', pode ser compreendida se analisarmos uma de suas paredes de retenção, que contém 3 blocos de pedra, com 600 toneladas cada um. Se fossem colocados eretos, seriam tão altos quanto um edifício de 5 andares.

Esse trio de pedras é conhecido como Trilithon, e é um dos mistérios mais velhos do mundo. Não se pode explicar como os construtores de Baalbek conseguiram mover essas lages monstruosas, da pedreira até o templo, pois a distância entre os dois pontos é de aproximadamente 1,5 quilômetros.

Mesmo nos dias de hoje com toda a tecnologia, não seria possível mover essas pedras.

O mistério se complica mais, porque foi encontrada na pedreira, uma quarta pedra praticamente pronta para o transporte, com 1.100 toneladas e 26 metros de comprimento. Esse 'monolito' é a maior pedra esculpida da face da terra.

Para movê-lo alguns centímetos seria necessário mais de 16.000 trabalhadores, puxando a pedra simultaneamente.

As hipóteses para o tentar explicar o mistério de como foram movimentadas essas enormes pedras se baseia em algum conhecimento antigo desconhecido ou força extraterrestre.

Fonte: http://chavemagica.tripod.com/misterios/misterio11.htm

O tridente de Paracas

O "tridente" é uma figura misteriosa com 183 metros de comprimento, e está traçada sobre a duna ocre e salitrosa, onde seus sulcos tem aproximadamente 1 metro de profundidade. Está situada na ponta Pejerreyy, na península de Paracas, ao norte da planície de Nazca. O eixo principal da figura está apontando para o Norte, mas existem muitas especulações sobre para onde o tridente aponta, o que mantém o símbolo de Paracas ainda envolto em mistério.

Quanto à antiguidade, os pesquisadores encontram-se totalmente desorientados, pois é muito difícil avaliá-la. Um dos pontos em comum com a região das Linhas de Nazca, é a secura do lugar, o que permitiu preservação digna de nota da figura. 

A atmosfera salitrada agiu como um aglutinante, comprimindo e endurecendo a areia que contorna o "tridente". Os fortes ventos reinantes enchem e esvaziam os "braços", embora, ao que se saiba, até hoje não tenham sido capazes de apagá-los.

Quando o pesquisador escava no interior desses "braços", surge outra surpresa. A dez ou quinze centímetros, dependendo dos lugares examinados, a areia desaparece, dando lugar a uma crosta branco-amarelada; de natureza cristalina, muito comum em toda a península de Paracas. Esta sedimentação natural, além de sua ofuscante luminosidade, apresenta uma superfície espantosamente lisa. A dedução é inevitável: Há centenas ou talvez milhares de anos, o "tridente" de Paracas podia oferecer uma lâmina e colorido infinitamente mais atraentes do que na atualidade. Se hoje em dia ele é visto do mar ou do ar como um todo avermelhado-amarelento, no passado essa imagem certamente faiscaria ao sol como um "tridente" de prata.

Entretanto, qual é a sua finalidade? Como no caso das Linhas de Nazca, são tão múltiplas as teses como variadas as tendências. No entanto, todas elas, direta ou indiretamente, coincidem no único fato aparentemente claro: tanto por sua localização como por suas proporções, a figura parece ter sido concebida para uma observação a distância.

Alguns dizem que poderíamos estar diante de um gigantesco "farol", capaz de contribuir para melhorar a navegação, já que com o tempo limpo, o "tridente" é visível a 20 quilômetros da costa.

Nas manifestações artísticas dos "nazcas", o "tridente" ou "cacto tridente" é relativamente constante, mas sem registros da sua eventual finalidade.

Por que teria sido construido de modo e maneira a ser visto apenas do ar ou do oceano?

Fonte: Meus Enigmas Favoritos - Autor: J.J.Benitez.

As verduras gigantes

Prosseguindo com os mistérios do Vale de Santiago não poderia deixar de lembrar da região do Outeiro, que está localizada há 10 quilômetros dos sete vulcões. Por volta dos anos 70, José Carmen García Hernández e Óscar Arredondo Ramírez, impressionaram não somente o México, mas o mundo, com verduras e legumes com tamanhos nunca antes vistos. Imaginem um repolho com 43 quilos, um aipo com 1 metro de altura, pés de milho com 4 metros, folhas de acelga medindo 1,85 m, e outros legumes e flores gigantes que impressionam.

A notícia teve repercussão mundial, e como não poderia deixar de ser, os 'peritos' após verem com seus próprios olhos, esse fenômeno inexplicável, decidiram lançar um desafio, para poderem acompanhar e talvez descobrir o mistério utilizado pelos camponeses.

Os camponeses de Santiago e os engenheiros agrônomos do governo confrontaram suas habilidades em uma região chamada Tampico. Uns semearam seguindo os métodos tradicionais e os outros seguindo seus métodos secretos. Depois de algum tempo, o resultado foi assombroso, pois enquanto os primeiros conseguiram uma produção de 8 toneladas por hectare, os camponeses ultrapassaram as 100 toneladas.

Descobriu-se que essas criações gigantes tem menos sabor que as normais, e que o resultado parece ter sua eficácia apenas no Valle de Santiago, pois foram feitos experimentos em outras regiões e o resultado não foi satisfatório.

A notícia desses gigantes da natureza, não agradou as multinacionais, pois esse tipo de cultivo, dispensava fertilizantes e pesticidas e se desenvolvia em condições de normais de irrigação. Depois de muita pressão os camponeses foram obrigados a abandonar suas experiências e suas terras. Contudo, ninguém conseguiu 'arrancar' de nenhum deles o segredo do cultivo.

Os habitantes comentam que a técnica está baseada na arte da Astrologia e foi passada aos habitantes do Vale das Sete Luminárias, como é chamado o Vale de Santiago, por seres 'não-humanos'.

Pode parecer muito difícil de acreditar, mas os vegetais fisicamente existem, e se não foi por algum conhecimento de forças ou energias desconhecidas para nós, que tal tentarmos fazer um repolho gigante, utilizando os conhecimentos científicos que temos hoje ??

Fonte bibliográfica: Meus enigmas favoritos - Autor: J.J.Benitez

O Vale de Santiago

No estado de Guanajuato no México, está localizado o Vale de Santiago, uma região que oculta muitos mistérios, que desafiam os tempos. Antes da chegada dos espanhóis, essa região era conhecida como 'Camémbaro' que significa "País das Sete Luminárias", pois existem 7 vulcões inativos que antigamente, no período de sua atividade, deviam ser como grandes tochas.

Nas crateras dos vulcões se formaram grandes lagos, cor de turquesa, que com o passar dos anos foram acumulando muitos relatos que se mostraram ser muito mais do que lendas.

No século XX, quando se sobrevoava e fotografava a região do Vale de Santiago, as imagens revelaram algo muito interessante, a disposição dos vulcões coincidia exatamente à posição das estrelas que compõe a constelação da Ursa Maior.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O cubo do Dr. Gurlt

Dr. Adolf Gurlt
Em 1885, o Dr. Gurlt encontrou um cubo em uma mina de carvão na Alemanha, profundamente incrustrado numa camada datada do Terciário. Esteve ali por dezenas de milhões de anos, sem dúvida desde o fim dos dinossauros.

Informações do objeto: 1) Era quase um cubo, com duas de suas faces opostas ligeiramente arrendondadas; 2) Media 67 mm por 47 mm, sendo esta última medida tomada entre as duas faces arredondadas; 3) Pesava 785 gramas. Uma incisão muito profunda o circundava; 4) Sua composição era de aço duro com níquel e carbono. Não continha enxofre, e assim não era constituido de pirita, minério natural que pode tomar formas geométricas; 5) Certos especialistas da época, inclusive o próprio descobridor, afirmaram se tratar de um meteorito fóssil. Outros, que se tratava de um meteorito que tinha sido retrabalhado, mas por quem? Pelos dinossauros?

O cubo encontrado
Há alguns anos, o célebre jornalista científico soviético G. N. Ostroumov se apresentou no Museu de Salzburgo, disposto a examinar o cubo, ou melhor, um paralelepípedo descoberto pelo Dr. Gurlt. Para muitos pesquisadores do século XIX, este objeto, encontrado em uma camada de carvão de vários milhões de anos, teria sido feito por uma máquina.

O jornalista não pôde ver o cubo e parece que as autoridades do museu o receberam muito mal. Elas lhe declararam que o objeto provavelmente fora perdido antes da Segunda Grande Guerra e que nem havia provas de sua existência. Ostroumov retirou-se furioso e publicou em seguida artigos nos quais afirmava que as descrições desse objeto pareciam um logro.

domingo, 12 de junho de 2011

Mistério de Rendlesham

Na manhã de 27 de dezembro de 1980, patrulheiros que faziam a segurança da base americana de Woodbridge, na Inglaterra, notaram luzes estranhas vindas do lado de fora. 

A princípio, os patrulheiros imaginariam que as luzes seriam de algum avião que teria caído na floresta de Rendlesham. Três patrulheiros foram investigar, após pedir permissão aos seus superiores.

Chegando à floresta, os patrulheiros viram um objeto brilhante, de formato triangular, que possuía uma aparência metálica, e iluminava toda a floresta com uma forte luz branca.


Evento de Tunguska

Uma expedição de cientistas italianos pode ter encontrado, em um lago da Sibéria, a explicação para o chamado "evento de Tunguska" - uma explosão que ocorreu sobre o norte da Rússia em 1908, destruindo vegetação por mais de 2.000 km2 e gerando tremores de terra e uma luz súbita nos céus, observada em partes da Europa e da Ásia (foto: imagem de computador do Lago Cheko, que estaria numa cratera de meteorito).

Cientistas acreditam que o evento tenha sido causado pela desintegração de um cometa ou asteróide a uma altitude de 5 km a 10 km na atmosfera, mas nenhum fragmento ou vestígio do corpo jamais foi encontrado, o que fez do evento um tema popular entre aficionados de Ovnis. Tunguska também aparece em diversas obras de ficção, de um romance de Thomas Pynchon ao seriado de TV Arquivo X.

Em um artigo na revista online Terra Nova, de 2007, pesquisadores liderados por Luca Gasperini, da Universidade de Bolonha, sugerem que o Lago Cheko, 8 km ao norte do provável epicentro do evento, pode ser a cratera aberta por um pedaço do corpo responsável pela explosão no ar.

Sondagens realizadas no lago pelos cientistas italianos durante uma expedição em 1999, descritas no artigo, sugerem que o lago preenche uma cratera aberta por um impacto. O trabalho dos pesquisadores, ressaltando que a região é remota e pouco habitada, diz que não se sabe se o Cheko já existia antes de 1908, e que sua primeira citação em mapas data de 1928.

Com base nas características do lago, a equipe de Gasperini sugere que a cratera foi aberta por um asteróide de 1.500 toneladas e 10 metros de diâmetro - no máximo: o Imagem de computador do Lago Cheko, que estaria numa cratera de meteoritoterreno é pantanoso, e a cratera pode ter se expandido, com o desgaste do solo ao redor da borda original.

Os cientistas reconhecem, no entanto, que será necessário realizar uma perfuração no leito do lago para determinar se se trata realmente de uma cratera de asteróide, com a descoberta de um fragmento do meteorito original ou de solo compactado pelo impacto.

Fonte: Carlos Orsi, do Estadão

sábado, 23 de abril de 2011

Starchild: O menino das estrelas

O misterioso crânio conhecido como o "Starchild Skull" (em português: crânio do menino das estrelas), tem sido objeto de especulação e de intriga durante várias décadas. Trata-se do crânio de um menino que por suas características particulares poderia ter vindo de outro mundo.