No mundo inteiro, as pessoas há muito tempo levam a sério as visões daqueles que se aproximam da morte. Durante a Segunda Guerra Mundial, registros suplementares foram mantidos em pelo menos um hospital de campanha na URSS, com relação aos soldados seriamente feridos que, literalmente, haviam sido trazidos de volta à vida, após estarem à beira da morte.
De acordo com estudo de numerosos casos relativos àqueles que "voltaram", depois de praticamente já estarem "do outro lado'', muitas dessas pessoas tiveram rápida visão de natureza religiosa, conforme suas convicções individuais.
Entre os principais grupos, os católicos ortodoxos viram santos antigos e ouviram hinos; os muçulmanos chegaram às portas de um paraíso verdejante e promissor; enquanto os comunistas convictos, adeptos do materialismo dialético, não se lembraram de nada. Muitos disseram também ter visto membros da família que já haviam morrido.
O caso de Thomas Edison é especialmente interessante, pois, como cientista, era de esperar que relatasse as últimas impressões com certa imparcialidade. Em seu leito de morte, ele parecia estar em coma. De repente, levantou-se e disse com voz clara:
- Estou surpreso. Lá é muito bonito!
Não fez mais nenhum comentário sobre o que vira, morrendo logo em seguida. Voltaire, famoso filósofo francês e crítico da Igreja tradicional, estava em estado semiconsciente, morrendo. Durante sua vida produtiva e controvertida, os inimigos sempre o haviam ameaçado, dizendo que ele receberia justa punição após a morte, presumivelmente no inferno. Pouco antes de morrer, as chamas das toras na lareira de seu quarto aumentaram de intensidade. O pensador olhou para o fogo e, com a conhecida sagacidade, perguntou aos amigos: Quoi! Les flammes déjà? (O quê! Já são as chamas?)
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A história de três titãs
O maior desastre marítimo de todos os tempos aconteceu com o Titanic, da White Star Line, o mais importante transatlântico já construído e que teve terrível destino. A tragédia desse navio só pode ser comparada com a do Titan, luxuoso transatlântico fictício, que também afundou com elevado número de passageiros em abril de 1898, catorze anos antes da colisão do Titanic com um iceberg que o mandou para a sepultura marítima, também em uma noite de abril.
O Titan navegou apenas nas páginas do romance de Morgan Robertson, adequadamente denominado Futility (Futilidade). Mas os paralelos entre os dois gigantescos navios de turismo desafiam a imaginação. O profético Titan, do romance de Robertson, partiu de Southampton, Inglaterra, em sua viagem inaugural, exatamente como o "insubmergível" Titanic. Ambos os navios eram mais ou menos do mesmo tamanho - 243 metros e 252 metros de comprimento - e tinham capacidade de carga comparável - 70 mil e 6 mil toneladas, respectivamente. Cada um tinha três hélices e capacidade para 3 mil pessoas.
Lotados de milionários, os dois navios colidiram com um iceberg no mesmo local e afundaram. Em ambos, o número de mortos foi terrivelmente elevado, porque nenhum deles dispunha de quantidade suficiente de barcos salva-vidas. No caso do Titanic, 1 513 passageiros morreram, a maioria devido à exposição ao frio do sul da Terra Nova, no Atlântico.
Um dos que morreram a bordo do Titanic foi o famoso espiritualista e jornalista W. T. Stead, autor de um conto que previa acontecimento similar em 1892. Contudo, nem Futility nem o conto de Stead puderam salvar o Titanic da colisão fatal.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz
O Titan navegou apenas nas páginas do romance de Morgan Robertson, adequadamente denominado Futility (Futilidade). Mas os paralelos entre os dois gigantescos navios de turismo desafiam a imaginação. O profético Titan, do romance de Robertson, partiu de Southampton, Inglaterra, em sua viagem inaugural, exatamente como o "insubmergível" Titanic. Ambos os navios eram mais ou menos do mesmo tamanho - 243 metros e 252 metros de comprimento - e tinham capacidade de carga comparável - 70 mil e 6 mil toneladas, respectivamente. Cada um tinha três hélices e capacidade para 3 mil pessoas.
Lotados de milionários, os dois navios colidiram com um iceberg no mesmo local e afundaram. Em ambos, o número de mortos foi terrivelmente elevado, porque nenhum deles dispunha de quantidade suficiente de barcos salva-vidas. No caso do Titanic, 1 513 passageiros morreram, a maioria devido à exposição ao frio do sul da Terra Nova, no Atlântico.
Um dos que morreram a bordo do Titanic foi o famoso espiritualista e jornalista W. T. Stead, autor de um conto que previa acontecimento similar em 1892. Contudo, nem Futility nem o conto de Stead puderam salvar o Titanic da colisão fatal.
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Fonte: O Livro Dos Fenômenos Estranhos - Charles Berlitz
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Floresta do além
A floresta de Aokigahara se situa na base do monte Fuji no Japão, onde existem várias cavernas que não degelam, mesmo durante o verão. Contam-se muitas lendas acerca dessa floresta, segundo uma, as rochas da montanha contêm grandes depósitos de ferro que provocam erros nas bússolas e até o GPS deixa de funcionar fazendo com que seja extremamente fácil as pessoas perderem-se embora todos acreditem nessa estória os cientistas dizem que não é real.
As lendas de monstros, fantasmas e assombrações que vagam nesse local são diversas. Devido ao motivo de Aokigahara Jukai - "O Mar das Árvores" - ser considerado a zona do Japão onde ocorrem mais suicídios, diz-se que os espíritos dos suicidas para sempre vagueiam na área, a quantidade de corpos descobertos, em média trinta por ano, levaram as autoridades a colocar sinais proibindo o suicídio na floresta. Varias pessoas que estiveram no local e percorreram toda a extensão da floresta, puderam comprovar que o lugar é realmente assustador. Diversos vídeos já foram gravados, contando assim as verdades e mitos sobre o tenebroso bosque dos suicidas.
Faz pelo menos duzentos anos que Aokigahara carrega a fama de abrigar os yurei – como são chamadas as almas penadas de gente que partiu antes da hora. Estudiosos em manifestações paranormais dizem que as árvores do bosque dos suicidas têm energia maligna por causa dos números de suicídios que ali ocorrem, e por esse motivo, não querem que as pessoas deixem o bosque.
Nesse lugar macabro alguns profissionais trabalham apenas para buscar corpos de suicidas. Pelotões de busca, formados por voluntários e bombeiros, se revezam em turnos e sempre acabam encontrando corpos em diferentes estágios de decomposição. Os cadáveres não estão imunes a animais da área e são encontrados parcialmente devorados, partes de corpos são levadas para longe dificultando assim o trabalho da policia.
É um bosque tão fechado que, quando o sol brilha sobre ele, a luz que penetra mal consegue passar pelos vãos entre as copas das árvores. A floresta tem um aspecto fantasmagórico, cercada ainda hoje por mistérios que por mais que tentem as pessoas não conseguem entender, por todos os lados se vêem objetos pessoais que pertenceram aos suicidas que ali foram apenas para morrer.
Depois de um tempo caminhando em meio à vegetação baixa, as árvores vão se fechando de tal maneira que é impossível ouvir algo além dos sons que a própria natureza produz. É um isolamento total dos sons do mundo lá fora, talvez dando assim um ar de tranqüilidade e cumplicidade aos que pretendem tirar a própria vida.
Digamos que você não saiba da reputação de Aokigahara e resolva fazer um passeio, com certeza iria se sentir meio perdido. A fama do lugar fez com que a autoridades mudassem a postura. Ao invés de enviar gente para buscar os corpos, o governo designa pessoas para ficarem alertas ao menor sinal de atividade suspeita no local e assim fazer de tudo para evitar o suicídio resolveram tomar atitudes como a de espalhar placas por toda floresta todas com mensagens alertando os possíveis visitantes "Por favor, reconsidere" ou "Antes de decidir morrer, consulte a polícia" "Volte e não faça isso!"
Anualmente, cerca de 70 pessoas vão para Aokigahara e nunca mais voltam.
Acredita-se que, se o morto ficar sozinho nessa noite o yurei vai berrar a noite inteira. Para evitar que isso aconteça, os cata-corpos como são chamados tiram a sorte para ver quem é que vai dividir o quarto com o cadáver.
Existem registros de que, por volta de 1830, quando o Japão passava por uma gigantesca dificuldade econômica, as famílias de camponeses famintos abandonavam bebês e idosos inválidos no bosque para que eles morressem e, assim, diminuísse o número de bocas para alimentar na família.
Fonte: http://alem-tumulo.webnode.com.br
As lendas de monstros, fantasmas e assombrações que vagam nesse local são diversas. Devido ao motivo de Aokigahara Jukai - "O Mar das Árvores" - ser considerado a zona do Japão onde ocorrem mais suicídios, diz-se que os espíritos dos suicidas para sempre vagueiam na área, a quantidade de corpos descobertos, em média trinta por ano, levaram as autoridades a colocar sinais proibindo o suicídio na floresta. Varias pessoas que estiveram no local e percorreram toda a extensão da floresta, puderam comprovar que o lugar é realmente assustador. Diversos vídeos já foram gravados, contando assim as verdades e mitos sobre o tenebroso bosque dos suicidas.
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Restos mortais de uma vítima do local |
Nesse lugar macabro alguns profissionais trabalham apenas para buscar corpos de suicidas. Pelotões de busca, formados por voluntários e bombeiros, se revezam em turnos e sempre acabam encontrando corpos em diferentes estágios de decomposição. Os cadáveres não estão imunes a animais da área e são encontrados parcialmente devorados, partes de corpos são levadas para longe dificultando assim o trabalho da policia.
É um bosque tão fechado que, quando o sol brilha sobre ele, a luz que penetra mal consegue passar pelos vãos entre as copas das árvores. A floresta tem um aspecto fantasmagórico, cercada ainda hoje por mistérios que por mais que tentem as pessoas não conseguem entender, por todos os lados se vêem objetos pessoais que pertenceram aos suicidas que ali foram apenas para morrer.
Depois de um tempo caminhando em meio à vegetação baixa, as árvores vão se fechando de tal maneira que é impossível ouvir algo além dos sons que a própria natureza produz. É um isolamento total dos sons do mundo lá fora, talvez dando assim um ar de tranqüilidade e cumplicidade aos que pretendem tirar a própria vida.
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Outro corpo. O que teria acontecido? |
Anualmente, cerca de 70 pessoas vão para Aokigahara e nunca mais voltam.
Acredita-se que, se o morto ficar sozinho nessa noite o yurei vai berrar a noite inteira. Para evitar que isso aconteça, os cata-corpos como são chamados tiram a sorte para ver quem é que vai dividir o quarto com o cadáver.
Existem registros de que, por volta de 1830, quando o Japão passava por uma gigantesca dificuldade econômica, as famílias de camponeses famintos abandonavam bebês e idosos inválidos no bosque para que eles morressem e, assim, diminuísse o número de bocas para alimentar na família.
Fonte: http://alem-tumulo.webnode.com.br
Buda do espaço
Ler Buda, nazistas e espaço no título acima parece roteiro de filme ruim e surreal, embora a história seja bastante verdadeira. Pesquisadores descreveram a descoberta de uma estátua de Buda na revista Meteoritics & Planetary Science. Até aí, tudo bem. O que ela tem de interessante? Aparentemente, o pesado objeto foi trazido da fronteira entre a Sibéria e a Mongólia para a Europa pelos nazistas. Também, aparentemente, a estátua foi esculpida a partir de um meteorito que caiu provavelmente há 10.000 anos na Terra.
Em uma expedição ao Tibete entre 1938 e 1939, o zoólogo e etnologista Ernst Schäfer, enviado à região pelo partido nazista para encontrar as raízes (origens) arianas, trouxe o “homem de ferro” (apelido que os pesquisadores deram à estátua) à Alemanha. Em seguida, o objeto passou para as mãos de um proprietário privado.
O “Buda do espaço” é de idade desconhecida. As melhores estimativas colocam o surgimento da estátua em algum momento entre os séculos VIII e X. A escultura retrata um homem, provavelmente um deus budista, com as pernas dobradas, segurando algo na mão esquerda. Em seu peito há uma suástica budista, um símbolo de sorte comum na cultura oriental que decora muitas estátuas hindus e budistas, que mais tarde foi usado pelo partido nazista da Alemanha.
“Pode-se especular que o símbolo da suástica na estátua foi uma motivação potencial para trazer o artefato para a Alemanha”, disseram os pesquisadores.
A identidade do homem esculpido não é totalmente clara, mas os pesquisadores suspeitam que ele pode ser o deus budista Vaisravana, também conhecido como Jambhala. Vaisravana é o deus da riqueza ou da guerra, muitas vezes retratado segurando um limão (símbolo de riqueza) ou saco de dinheiro na mão.
O homem de ferro tem um objeto não identificado em sua mão. A estátua tem cerca de 24 centímetros de altura e pesa cerca de 10,6 kg.
Meteorito e religião
O cientista da Universidade de Stuttgart (Alemanha) Elmar Bucher e seus colegas analisaram a estátua em 2007, quando o proprietário lhes permitiu levar cinco amostras minúsculas do objeto. Em 2009, a equipe pode analisar amostras maiores do interior da estátua, que é menos propenso ao desgaste ou contaminação por manipulação humana do que o exterior. Eles descobriram que a estátua foi esculpida a partir de uma classe rara de rochas espaciais, conhecida como meteoritos ataxite. Estes meteoritos são feitos principalmente de ferro e têm um nível elevado de níquel.
O maior exemplo conhecido desse tipo de rocha, o meteorito Hoba da Namíbia, pode pesar mais de 60 toneladas. Uma análise química das amostras do homem de ferro revelou que ele vem de outro meteorito ataxite, o Chinga. Essa rocha espacial caiu na Terra entre 10.000 e 20.000 anos atrás, perto da fronteira entre a Sibéria e Mongólia. Conforme atingiu o solo, ele se fragmentou em diversos pedaços, e apenas dois mais pesados do que 10 kg eram conhecidos antes da nova análise. A estátua se tornou a terceira peça grande desse meteorito, com 10,6 kg.
Segundo Bucher, muitas culturas utilizavam meteoritos de ferro para fazer punhais e até joias. Cientistas suspeitam que outros objetos venerados podem ter origens extraterrestres semelhantes, incluindo a Pedra Negra, em Meca, Arábia Saudita, mas é difícil verificar essas suposições porque os objetos nunca foram completamente analisados cientificamente.
Também, nenhum desses fragmentos de meteoritos foi supostamente esculpido por motivos religiosos. “Metais de meteoritos estão associados a uma série de culturas antigas. Há relatos de colares egípcios feitos com metal de meteoros, mas não há nenhuma evidência de que os egípcios tinham conhecimento de sua procedência extraterrestre”, explica Matthew Genge, do Imperial College de Londres (Reino Unido).
Sendo assim, afirma Bucher, apesar da adoração ao meteorito ser comum entre culturas antigas, a escultura de Buda é única. “A estátua do homem de ferro é o único exemplo conhecido de uma figura humana esculpida a partir de um meteorito, o que significa que nada pode ser comparado a ela para avaliar seu valor”, afirma.
Mas esse valor é alto, com certeza. “Apenas suas origens já valorizaram a estátua em US$ 20.000 (cerca de R$ 40 mil), no entanto, se a nossa estimativa da sua idade estiver correta e ela tiver quase mil anos de idade, seu valor pode ser inestimável”, opina Bucher.
E porque será que alguém resolveu esculpir tal estátua religiosa nesse material? Os especialistas acreditam que há uma boa chance dos povos antigos terem se maravilhado com o fenômeno de meteoritos caindo do céu.
“Não há nenhuma evidência definitiva de que povos antigos testemunharam e reverenciaram quedas de meteorito”, diz Genge. “No entanto, as chances são boas. Há tantas testemunhas de quedas modernas que os povos antigos também devem tê-las presenciado. E tais eventos especiais que devem ter atraído admiração e especulação”.
Fontes: MSN, NewScientist, MedicalDaily
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